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Crédito de carbono via satélite
11-01-2009 23:44A AES Tietê usa GIS para monitorar e reflorestar a área que cerca seus reservatórios. Com isso, poderá vender créditos de carbono
A AES Tietê, empresa que gera 21% da energia distribuída no Estado de São Paulo, está investindo 40 milhões de reais no reflorestamento de 12 mil hectares que cercam seus reservatórios. A proteção da área é uma obrigação imposta à empresa juntamente com a concessão. Mas para ter um retorno sobre o investimento, a geradora pretende vender créditos de carbono. Com uma solução que mistura imagens de satélite e GIS (Geographic Information System) - fornecida pela Imagem, empresa brasileira de solução de inteligência geográfica –, foi possível criar uma metodologia para calcular quantas toneladas de carbono poderão ser colocadas à venda. "Não teremos lucro, mas esperamos empatar o investimento feito no reflorestamento", diz Demóstenes Silva, diretor de gestão do meio ambiente e créditos de carbono da AES Tietê.
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Um PC para 20 usuários na Tambasa
11-01-2009 23:41Com um sistema de virtualização dos desktops a empresa atacadista reduz custo de manutenção e diminui o consumo de energia
Um parque de desktops com sistema operacional Windows 98 e placas de rede com capacidade de tráfego de 10 Mbps. Esse era o cenário da empresa atacadista mineira Tambasa há dois anos. Com máquinas antigas, a necessidade de upgrade era urgente, mas o dinheiro disponível não era suficiente para a troca de todo o parque.
A solução para renovar os equipamentos e não zerar o caixa foi a virtualização dos desktops. A empresa trocou os equipamentos por terminais multiusuários, oferecidos pela companhia brasileira Ory Soluções Tecnológicas.
Diferentes dos conhecidos thin clients, esses terminais são pequenas caixinhas (aproximadamente 10 centímetros de largura) que ficam presas na parte traseira de um monitor LCD. Internamente carregam uma placa de rede e uma pequena placa com uma conexão de rede, memória e entrada para mouse e teclado. Cada terminal é conectado via rede a um servidor da empresa. Assim como numa virtualização tradicional, todas as aplicações rodam direto no servidor e os funcionários usam os terminais apenas para receber e visualizar as os programas.
De dois anos pra cá a Tambasa trocou 180 desktops pelos terminais multisuários. Hoje a empresa possui nove servidores espalhados pelos principais departamentos da rede atacadista. São seis máquinas Windows e três Linux. Eles possuem processador Quad core e 4 GB de RAM. Cada servidor suporta até 30 máquinas e são eles os responsáveis por entregar as aplicações aos usuários.
Hoje, os 180 terminais multiusuários que rodam na Tambasa estão funcionando sem problemas, mas nem sempre foi assim. No início da instalação do sistema, conforme foi aumentando o número de máquinas, aumentou também o consumo de rede. Conseqüentemente o uso dos aplicativos ficou muito lento. E isso estava prejudicando a produtividade dos funcionários.
Para resolver o problema, a equipe de desenvolvimento da Ory foi chamada à empresa para estudar o caso. Feita a análise chegou-se a conclusão que eram necessárias duas placas de rede nos servidores para dividir o tráfego de rede. Enquanto uma ficaria responsável pelo tráfego de dados entre PCs e servidores, outra placa faria a comunicação com a internet. A experiência deu certo e a empresa conseguiu até reduzir o seu consumo de rede. "Com esse acerto os usuários passam a maior parte do tempo usando somente a conexão direta com os servidores. A rede da empresa só é usada quando realmente é necessário, ou para acessar o ERP ou para ir à internet", diz Gilson Alves da Silva, responsável pela TI da Tambasa.
Além do menor tráfego de rede, a Tambasa conseguiu diminuir o gasto de manutenção, já que o conserto de um terminal do sistema multiusuário tem um custo 30% menor. Também foi reduzido o consumo de energia, uma vez que um terminal multiusuário utiliza 35,4 VA de energia, contra 118 VA de um PC convencional.
Além das novas máquinas, a Tambasa trocou os monitores. Todos os tubos CRT saíram de cena e deram espaço a telas LCD, que ocupam menos espaço e consomem menos energia.
O investimento total no sistema foi de aproximadamente 95 mil reais. Segundo a Tambasa, o retorno sobre o investimento deve ser atingido no próximo ano.
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Sistema facilita digitalização de documentos
11-01-2009 23:33Promessas de um escritório sem papel circulam desde que os computadores da IBM surgiram, na década de 1980. Porém ainda somos obrigados a imprimir documentos e não há sinal de que isso mude tão rápido.
SIOUX FALLS - Promessas de um escritório sem papel circulam desde que os computadores da IBM surgiram, na década de 1980. Porém ainda somos obrigados a imprimir documentos e não há sinal de que isso mude tão rápido.
Pensando nisso, a Talario desenvolveu o Xpaper PDF, um sistema de escrita digital (custa 400 dólares para o Windows XP e 450 dólares para o Vista) feito para aprimorar a relação do computador com o documento em papel.
Normalmente, agentes imobiliários, vendedores, médicos e advogados assinam um papel e em seguida fazem uma versão digital do documento. Essa prática é demorada.
Com o sistema Xpaper, é possível imprimir o documento e usar uma caneta digital para assinar a folha de papel. Quando você conecta a caneta no computador, a imagem da assinatura aparece no documento digital, que já fica pronto para ser salvo ou enviado por fax ou e-mail.
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Blog - Postagem inicial
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